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Zé Caninha

Circo - Rádio - Cinema - TV - Jornal - Humor - Artes


Sábado, Novembro 19, 2011
 





Domingo, Julho 05, 2009
 


Este espaço destina-se ao resgate e à preservação da memória de um cidadão, Mário Guimarães, que se não foi uma estrela de primeira grandeza no cenário artístico nacional, teve sem dúvida sua parcela de contribuição no circo, rádio, cinema, TV e coadjuvou com muita gente famosa e renomada. Merece o reconhecimento e o registro de seus trabalhos que afinal fazem parte, ainda que ínfima, da História da cultura nacional. Agradeço à todos que de uma maneira ou outra possam colaborar nesta pesquisa, identificando pessoas, filmes, histórias, fotos e fatos.

(17/1/2008)
Panis: artevacuo@ig.com.br ou edsonpanis@gmail.com


As fotos que seguem necessitam de identificação. São filmes da extinta Companhia Cinematográfica Vera Cruz que fez história onde hoje existe a Cidade da Criança em São Bernardo do Campo. (5/julho/2009)




Terça-feira, Agosto 05, 2008
 

















Segunda-feira, Agosto 01, 2005
 
Mario Guimarães viveu o palhaço Fazolin na antíga Rádio América.







A reportagem que segue encontrei neste site: ouvirever.blogspot.com/2008_08_01_archive.html



Excelsior - 19h

de 16 de maio de 1966 a 2 de maio de 1968

596 capítulos

novela de Raimundo Lopes

direção de Dionísio Azevedo, Waldemar de Moraes e Reynaldo Boury

Fernando e Ângela

FRANCISCO CUOCO - Fernando Silveira

MÍRIAN MEHLER - Ângela

LOURDES ROCHA - Marisa

MÁRCIA REAL - Lola

RODOLFO MAYER - Juvenal

LÉLIA ABRAMO - Carmela

PROCÓPIO FERREIRA

ARMANDO BÓGUS - Eduardo

VICENTE LEPORACE - Carlo

EDMUNDO LOPES - Padre João

NEWTON PRADO - Mário

GEÓRGIA GOMIDE - Helena

FERNANDO BALERONI - Mateus

MARIA APARECIDA BAXTER - Dona Marocas

WILMA DE AGUIAR - Dona Zilda

TURÍBIO RUIZ

LURDINHA FÉLIX - Marta

EDSON FRANÇA

ALDO CÉSAR - Ananias

FLORA GENY - Sílvia

RITA CLEÓS - Diana

SÍLVIO FRANCISCO - Matraca

MARIA CECÍLIA - Hortência

ZÉ LUIZ PINHO - Manoel

MÁRCIO TRUNKL - Mário (jovem)

MÁRIO GUIMARÃES - Onofre

JOVELTY ARCHÂNGELO - Sérgio

VERINHA DARCI - Glória


e

FERNANDA MONTENEGRO - Lisa

Dona Marocas

A mais longa telenovela brasileira - 596 capítulos, transformou-se numa espécie de Peyton Place brasileira, onde cada morador gerava uma subnovela.

Raimundo Lopes levava à TV um sucesso seu do rádio, transmitido em 1957 pela Rádio Mayrinck Veiga.

Marisa

Na linha das superproduções, a TV Excelsior exibia mais uma boa trama, já que a história se passava numa cidade fictícia cujo nome era o título da obra, o que dava margem à criatividade de cenógrafos e figurinistas.

Marta

Redenção foi a primeira cidade cenográfica da TV brasileira. Atrás dos estúdios da Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, foi reproduzida uma típica cidadezinha do interior de São Paulo, em apenas sete dias. Sobre 9000m2 foram projetadas três pequenas ruas, ao longo das quais foi erguido um pequeno hotel, um boteco, uma mercearia, casas, igreja, delegacia, prefeitura e praça com um obelisco, como pedia o roteiro. O cenógrafo Luiz Marinho idealizou as plantas.

Seu Onofre e Dona Marocas

Uma locomotiva e um vagão foram cedidos pelo Museu do Ipiranga para a estação ferroviária fictícia da novela. O governo do estado de São Paulo autorizou uma extensão de trilhos até Redenção, onde funcionários da Estrada de Ferro Sorocabana prestaram auxílio. Ciente de que sua obra se transformaria em atração turística, a prefeitura de São Bernardo do Campo arcou com os custos da obra, estimados em 100 milhões de cruzeiros, e ainda inaugurou um parque infantil no local, a Cidade da Criança. Ao final da novela, o ator Mário Guimarães, que interpretava o Seu Onofre da estação ferroviária, recebeu o título de Chefe Honorário da Estrada de Ferro Sorocabana.

A população se mobilizava nos dias de gravação e os visitantes passeavam livremente por Redenção nos fins de semana. Na cidade de São Carlos, um conjunto habitacional com 104 casas foi batizado de Vila Redenção.

A novela teve basicamente duas partes distintas: a primeira, focalizando os mistérios e as dúvidas em relação ao caráter do Dr. Fernando (Francisco Cuoco); e a segunda, mostrando o paradeiro de seu filho e os novos personagens que chegam à Redenção.

Francisco Cuoco atingiu o máximo como galã da época, mas teve que dividir as honras com Maria Aparecida Baxter, a mexeriqueira Dona Marocas. Uma curiosidade: Dona Marocas também saia da novela em sua nova fase, morrendo. Logo após sua morte, o público interveio e, pressentindo uma queda de audiência, o texto foi logo reformado. Dr. Fernando fez-lhe um transplante de coração e ela viveu. Assim, foi em Redenção que se deu o primeiro sucesso de transplante cardíaco no Brasil!

De acordo com o livro Glória in Excelsior, de Álvaro de Moya:

"Redenção conseguiu eliminar a insegurança que os realizadores de telenovela tinham em transportar a realidade imediata para o vídeo. O seu sucesso foi um dos fatores decisivos para que terminasse a importação (e adaptação) de textos de novelas estrangeiras na nossa televisão."

"A novela Redenção foi criada para ter 100 capítulos. Mas seu índice de audiência estava tão bom que quase no final resolveu-se criar mais 50 capítulos. Daí por diante a história foi sempre sendo esticada."

"Segundo o depoimento do Sr. Carlito Adesi, do Departamento Comercial da Emissora, a novela Redenção foi tão longa, sempre sendo esticada, porque a própria Cia. Gessy-Lever, dona do horário, sentia que quando acabasse esse sucesso, seria muito difícil colocar outro no ar, nas condições que a Excelsior atravessava".

"Conforme explicou o diretor Waldemar de Moraes: (...) 'Arranjamos um local atrás da Vera Cruz e montamos a cidadezinha. Conseguimos junto ao governo do estado (de São Paulo) um trenzinho da Sorocabana... que atuava numa linha de uns 30 metros porque chegava, parava e só. (...) A cidade de São Bernardo do Campo começou a ficar cheia de forasteiros que iam assistir as gravações e depois iam para os restaurantes, almoçar ou jantar, dando lucro ao comércio local.'"
Fonte: ouvirever.blogspot.com/2008_08_01_archive.html









Sábado, Maio 14, 2005
 
Mario Guimarães construiu a maior árvore de Natal pública em Itapeva no antigo Centro Espírita Amor à Caridade.




Sábado, Abril 30, 2005
 
*Mário foi vereador em S. Paulo e em Itapeva/SP
*Em 1940 Mário ganhou o segundo lugar em concurso, do jornal O Estado de São Paulo, para campanha de uso de sapatos para prevenir doenças.






Segunda-feira, Janeiro 10, 2005
 
--Seu ouvinte, Jânio Quadros!

É verdade! Jânio Quadros era ouvinte assíduo do Cartório de Protestos, programa levado ao ar pelo Zé Caninha lá pelos idos de 1950.




Quarta-feira, Novembro 03, 2004
 
Mário Guimarães



O popular Zé Caninha




Quarta-feira, Setembro 22, 2004
 
Aguardem novas e sensacionais imagens do Zé Caninha





Terça-feira, Janeiro 13, 2004
 
Se você tiver qualquer informação a acrescentar favor entrar em contato com artevacuo@ig.com.br

A novela Redenção





Terça-feira, Janeiro 06, 2004
 
Em seu apogeu como artista do rádio, Mário Guimarães foi citado em uma entrevista com Monteiro Lobato publicada em livro por Edgard Cavalheiro!







 

Cartório de Protestos









Terça-feira, Dezembro 23, 2003
 
Em foto a ser postada, de uma página da revista Carioca, teremos oportunidade conhecer mais informações sobre o artista.





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